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22/02/2005 15:32
Conto enviado por um leitor do Cartas do Fórum
Que bunda, cunhadinha....
Caros leitores, esta história que aconteceu comigo jamais se repetiu, mas guardo com muito prazer em minha memória os fatos que conto a seguir...
Eu tinha apenas 20 anos, acabara de ser dispensado do exército, apesar de ser um jovem pegador tinha pouca experiência sexual, pois bem não imaginava que minha professora do sexo viria a ser minha própria cunhada.
Vejam só o que aconteceu...minha cunhada Patrícia se queixava das atitudes do seu marido Rubens, meu irmão há tempos estava desprezando a sua esposa, vivia com casos extra-conjugais e Patrícia desconfiava destas traições, tanto que ela revelara a minha mãe que há quase dois meses Rubens não transava com ela.
Eu de passagem pela sala ouvi aquilo, mas disfarcei e sai dali, pois não queria causar constrangimentos...passados alguns dias meu irmão Rubens conseguiu fechar um frete de produtos de limpeza para distribuição pelo interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul, como era caminhoneiro, todos nós já estavámos acostumados com suas viagens demoradas.
Desta vez a previsão era que demoraria 10 dias para ele voltar, durante este período observei minha cunhada triste e muito quieta, ela me conhecia desde criança e inicialmente sem segundas intenções fui até ela e perguntei o que estava acontecendo com ela e meu irmão.
Ela totalmente descontrolada começou a chorar dizendo que o encanto havia acabado e que seu casamento estava sendo apenas de aparências, que meu irmão não a procurava mais, não tinha nem prazer de acompanha-la para ir ao cinema ou qualquer coisa do tipo.
Ouvi tudo o que ela disse e dei alguns conselhos para que ela buscasse o diálogo e tentasse acertar os ponteiros, afinal eles estavam casados há menos de um ano, apesar de se conhecerem há mais de cinco anos como namorados.
Ela disse que iria tentar...no dia seguinte percebi que ela estava mais animada e brinquei com ela, Paty é assim que eu gosto, quero te ver alegre !
Ela riu e para minha surpresa me fez um convite...me chamou para ir com ela ao teatro, pois tinha ouvido sobre uma peça muito interessante no teatro do Sesc, apesar de não curtir teatro, disse a ela que aceitaria, ate porque não teria nada mais interessante para fazer, meus amigos estavam todos namorando e eu estava avulso e sem compromisso com nada, aceitei.
Saímos no início da noite daquela terça-feira, ela estava como sempre, bem arrumada, cheirosa, com uma calça preta e uma blusinha de tecido fino na cor azul claro que permitia ver o sutiã por debaixo da blusa.
Confesso que já tinha batido algumas punhetas para ela em outras ocasiões, más nunca ela havia dado nenhuma deixa para eu ir pra cima dela.
Mas como tudo tem sua primeira vez, aconteceu...já no caminho do cinema ela começou a me elogiar, dizendo que eu devia ser o maior galinha do bairro, devia pegar todas, enfim...fiquei envergonhado mais disse a ela que realmente pegava muitas garotas mas sem nenhum envolvimento mais sério.
Patrícia me perguntou, você diz, que pega as gatinhas mas não faz sexo com elas? Eu disse que sim, ela então parece ter ficado acesa e no trajeto só vinha com este tipo de papo sobre sexo e aos poucos foi colocando a mão em minha perna.
Eu na flor da idade e no auge de meu apetite sexual, não controlei o impeto e meu pau começou a ficar saliente na calça, ela viu e deu risada...
Mas disse, relaxa Bruno isso acontece e é muito bom que aconteca...e continuou rindo.
Entramos no teatro e eu já não me controlava, passei a imaginar aquela deliciosa mulher nua e tomei coragem, comecei a olhar direto para o decote de sua blusa enquanto trocava algumas idéias com ela.
Foi quando de surpresa ela colocou sua mão em cima do meu pinto, olhou pra mim com uma cara de safada e disse, fica calmo finja que nada esta acontecendo...
Foi o que fiz, suava frio de medo de alguém ver aquilo, joguei minha jaqueta em cima de sua mão pra disfarçar e ela começava a apertar meu cacete como se quisesse arranca-lo de dentro da calça.
Apesar de todo o constrangimento segurei ao máximo e não gozei na cueca, saímos do teatro e eu começei a agarra-la ali mesmo, não sei de que forma mais em menos de quinze minutos estávamos dentro de um hotel de quinta categoria do centro de são paulo, ambos nús e loucos de tesão.
Ela chupava minha pica como jamais eu havia sido chupado, passava a língua deliciosa pela cabecinha descia até as bolas enquanto eu beliscava seus biquinhos durinhos de tesão, já não estava aguentando aquela tortura, duas horas de esfregação no teatro mais meia hora de boquete, meu pinto parecia uma rocha vermelha a ponto de explodir.
Resolvi tomar conta da situação e fiz ela parar com o boquete, coloquei Patrícia de quatro e sem lubrificar ou chupar sua boceta para facilitar, coloquei minha tora dentro de sua buceta, ela dava risada e pedia mais, eu estocava aquela xana como se fosse a última coisa na minha vida.
Ela rebolava e me chamava de pintudo...ela sedenta de prazer me empurrou contra a parede e quando viu que eu não aguentava mais, parou com o vai e vem e direcionou meu cacete na sua boca e mamou gostoso toda minha porra quente e branca.
Descansei por uns quinze minutos e lá estava ela sugando minhas bolas e pedindo mais, ela começou a punhetar meu pinto que estava meio sonolento mais que depois de alguns beijinhos começou a subir até que ficou novamente rijo como uma tora.
Ela como uma puta no cío, sentou com sua buceta peluda e cheirosa bem na minha cara, eu comecei a chupar a buceta, passeava com minha lingua pelo grelinho, indo e voltando até chegar perto de seu cuzinho, eu alguns momentos enfiava meu dedinho pequeno em seu cuzinho o que fazia ela delirar....
Ela urrava de prazer, tanto que gozou na minha cara e disse que meu irmão nunca tinha feito nada parecido, eu disse para ela esquecer dele naquele momento e se entregar a mim, totalmente.
Ela feliz por ter sido comida com muito prazer e carinho, disse pra mim que faria o que eu quizesse para me deixar feliz.
Eu disse quero comer teu cú, ela falou que nunca tinha dado o cú antes, mas não relutou, abriu as pernas e de quatro para mim, olhou pra trás com cara de puta e disse, Brunão, enterra seu cacetão bem gostoso!
Aquele convite me fez ficar louco, com dificuldades encaixei a ponta do caralho, depois fui introduzindo o resto com ajuda do meu cuspe e aos poucos minha tora estava totalmente escondida dentro daquele cú mágico, que bunda, que visão, aquela mulher de quatro foi a mais bela paisagem que eu vi em minha vida.
Ela rebolava como uma louca enquanto dizia muitas besteiras pra mim, me chamava de putão, cavalo, pedia para fode-la com força e que ela era minha puta e escrava, pediu para eu bater na sua bunda e chama-la de vadia, enfim pessoal fizemos de tudo naquela noite.
Eu gozei 5 vezes, ela gozou três vezes, porém disse que jamais havia transado com um homem daquela forma e que a tinha feito a mais feliz das mulheres.
Mas pra minha supresa ela disse que aquilo jamais se repetiria e que esperava que eu jamais dissesse nada sobre o acontecido, mesmo sem entender, mantenho o segredo até hoje.
Mudei de casa, casei tenho filhos, ela também já teve dois filhos e parece que seu casamento com meu irmão está numa fase melhor.
Porém até hoje ela continua gostosa e quando estou perto dela, não escondo que ela ainda me desperta tesão, mesmo tendo eu hoje 28 anos e ela 43.
Mulheres de 35 à 45 anos que tenham se identificado com esta história, encaminhem fotos e informações para mim.
Até a próxima.
Bruno - São Paulo/SP
enviada por Carteiro do Fórum
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