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Cartas do Fórum
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07/07/2005 15:14
Mundamos de Endereço
Estamos em outro blog mais profissional e com mais recursos, reunindo o melhor dos contos eróticos e das fotos caseira.
Acesse já: www.cartasdoforum.zt2.net
Vejo vocês lá!
www.cartasdoforum.zt2.net
enviada por Carteiro do Fórum
22/02/2005 15:32
Conto enviado por um leitor do Cartas do Fórum
Que bunda, cunhadinha....
Caros leitores, esta história que aconteceu comigo jamais se repetiu, mas guardo com muito prazer em minha memória os fatos que conto a seguir...
Eu tinha apenas 20 anos, acabara de ser dispensado do exército, apesar de ser um jovem pegador tinha pouca experiência sexual, pois bem não imaginava que minha professora do sexo viria a ser minha própria cunhada.
Vejam só o que aconteceu...minha cunhada Patrícia se queixava das atitudes do seu marido Rubens, meu irmão há tempos estava desprezando a sua esposa, vivia com casos extra-conjugais e Patrícia desconfiava destas traições, tanto que ela revelara a minha mãe que há quase dois meses Rubens não transava com ela.
Eu de passagem pela sala ouvi aquilo, mas disfarcei e sai dali, pois não queria causar constrangimentos...passados alguns dias meu irmão Rubens conseguiu fechar um frete de produtos de limpeza para distribuição pelo interior de São Paulo e Mato Grosso do Sul, como era caminhoneiro, todos nós já estavámos acostumados com suas viagens demoradas.
Desta vez a previsão era que demoraria 10 dias para ele voltar, durante este período observei minha cunhada triste e muito quieta, ela me conhecia desde criança e inicialmente sem segundas intenções fui até ela e perguntei o que estava acontecendo com ela e meu irmão.
Ela totalmente descontrolada começou a chorar dizendo que o encanto havia acabado e que seu casamento estava sendo apenas de aparências, que meu irmão não a procurava mais, não tinha nem prazer de acompanha-la para ir ao cinema ou qualquer coisa do tipo.
Ouvi tudo o que ela disse e dei alguns conselhos para que ela buscasse o diálogo e tentasse acertar os ponteiros, afinal eles estavam casados há menos de um ano, apesar de se conhecerem há mais de cinco anos como namorados.
Ela disse que iria tentar...no dia seguinte percebi que ela estava mais animada e brinquei com ela, Paty é assim que eu gosto, quero te ver alegre !
Ela riu e para minha surpresa me fez um convite...me chamou para ir com ela ao teatro, pois tinha ouvido sobre uma peça muito interessante no teatro do Sesc, apesar de não curtir teatro, disse a ela que aceitaria, ate porque não teria nada mais interessante para fazer, meus amigos estavam todos namorando e eu estava avulso e sem compromisso com nada, aceitei.
Saímos no início da noite daquela terça-feira, ela estava como sempre, bem arrumada, cheirosa, com uma calça preta e uma blusinha de tecido fino na cor azul claro que permitia ver o sutiã por debaixo da blusa.
Confesso que já tinha batido algumas punhetas para ela em outras ocasiões, más nunca ela havia dado nenhuma deixa para eu ir pra cima dela.
Mas como tudo tem sua primeira vez, aconteceu...já no caminho do cinema ela começou a me elogiar, dizendo que eu devia ser o maior galinha do bairro, devia pegar todas, enfim...fiquei envergonhado mais disse a ela que realmente pegava muitas garotas mas sem nenhum envolvimento mais sério.
Patrícia me perguntou, você diz, que pega as gatinhas mas não faz sexo com elas? Eu disse que sim, ela então parece ter ficado acesa e no trajeto só vinha com este tipo de papo sobre sexo e aos poucos foi colocando a mão em minha perna.
Eu na flor da idade e no auge de meu apetite sexual, não controlei o impeto e meu pau começou a ficar saliente na calça, ela viu e deu risada...
Mas disse, relaxa Bruno isso acontece e é muito bom que aconteca...e continuou rindo.
Entramos no teatro e eu já não me controlava, passei a imaginar aquela deliciosa mulher nua e tomei coragem, comecei a olhar direto para o decote de sua blusa enquanto trocava algumas idéias com ela.
Foi quando de surpresa ela colocou sua mão em cima do meu pinto, olhou pra mim com uma cara de safada e disse, fica calmo finja que nada esta acontecendo...
Foi o que fiz, suava frio de medo de alguém ver aquilo, joguei minha jaqueta em cima de sua mão pra disfarçar e ela começava a apertar meu cacete como se quisesse arranca-lo de dentro da calça.
Apesar de todo o constrangimento segurei ao máximo e não gozei na cueca, saímos do teatro e eu começei a agarra-la ali mesmo, não sei de que forma mais em menos de quinze minutos estávamos dentro de um hotel de quinta categoria do centro de são paulo, ambos nús e loucos de tesão.
Ela chupava minha pica como jamais eu havia sido chupado, passava a língua deliciosa pela cabecinha descia até as bolas enquanto eu beliscava seus biquinhos durinhos de tesão, já não estava aguentando aquela tortura, duas horas de esfregação no teatro mais meia hora de boquete, meu pinto parecia uma rocha vermelha a ponto de explodir.
Resolvi tomar conta da situação e fiz ela parar com o boquete, coloquei Patrícia de quatro e sem lubrificar ou chupar sua boceta para facilitar, coloquei minha tora dentro de sua buceta, ela dava risada e pedia mais, eu estocava aquela xana como se fosse a última coisa na minha vida.
Ela rebolava e me chamava de pintudo...ela sedenta de prazer me empurrou contra a parede e quando viu que eu não aguentava mais, parou com o vai e vem e direcionou meu cacete na sua boca e mamou gostoso toda minha porra quente e branca.
Descansei por uns quinze minutos e lá estava ela sugando minhas bolas e pedindo mais, ela começou a punhetar meu pinto que estava meio sonolento mais que depois de alguns beijinhos começou a subir até que ficou novamente rijo como uma tora.
Ela como uma puta no cío, sentou com sua buceta peluda e cheirosa bem na minha cara, eu comecei a chupar a buceta, passeava com minha lingua pelo grelinho, indo e voltando até chegar perto de seu cuzinho, eu alguns momentos enfiava meu dedinho pequeno em seu cuzinho o que fazia ela delirar....
Ela urrava de prazer, tanto que gozou na minha cara e disse que meu irmão nunca tinha feito nada parecido, eu disse para ela esquecer dele naquele momento e se entregar a mim, totalmente.
Ela feliz por ter sido comida com muito prazer e carinho, disse pra mim que faria o que eu quizesse para me deixar feliz.
Eu disse quero comer teu cú, ela falou que nunca tinha dado o cú antes, mas não relutou, abriu as pernas e de quatro para mim, olhou pra trás com cara de puta e disse, Brunão, enterra seu cacetão bem gostoso!
Aquele convite me fez ficar louco, com dificuldades encaixei a ponta do caralho, depois fui introduzindo o resto com ajuda do meu cuspe e aos poucos minha tora estava totalmente escondida dentro daquele cú mágico, que bunda, que visão, aquela mulher de quatro foi a mais bela paisagem que eu vi em minha vida.
Ela rebolava como uma louca enquanto dizia muitas besteiras pra mim, me chamava de putão, cavalo, pedia para fode-la com força e que ela era minha puta e escrava, pediu para eu bater na sua bunda e chama-la de vadia, enfim pessoal fizemos de tudo naquela noite.
Eu gozei 5 vezes, ela gozou três vezes, porém disse que jamais havia transado com um homem daquela forma e que a tinha feito a mais feliz das mulheres.
Mas pra minha supresa ela disse que aquilo jamais se repetiria e que esperava que eu jamais dissesse nada sobre o acontecido, mesmo sem entender, mantenho o segredo até hoje.
Mudei de casa, casei tenho filhos, ela também já teve dois filhos e parece que seu casamento com meu irmão está numa fase melhor.
Porém até hoje ela continua gostosa e quando estou perto dela, não escondo que ela ainda me desperta tesão, mesmo tendo eu hoje 28 anos e ela 43.
Mulheres de 35 à 45 anos que tenham se identificado com esta história, encaminhem fotos e informações para mim.
Até a próxima.
Bruno - São Paulo/SP
enviada por Carteiro do Fórum
25/08/2004 15:27
Conto enviado por um leitor do Cartas do Fórum
Bom. Trabalho em uma empresa, onde tem várias meninas,
aquelas da limpeza, sempre pessoas muito simples, até
então entendo, pois tenho que me colocar no lugar que
mereço, pois tenho mais instrução do que elas. Mas,
como chego cedo ao trabalho, e elas estão sempre limpando o
ambiente, e apesar de serem simples, são sacaninhas
tb.
Isso digo por causa de uma delas, que é neta de índia,
do qual sou extremamente tarado nato quando se fala em
índias. Fico louco para transar com uma. Adoro aqueles
peitos bicudos. Fico louco só de pensar. Como chego
cedo e ela tb, essa que digo, que tem um olhar de deixar
qualquer marmanjo louco de tesão, olha para mim, que
estou diante do micro, lendo e-mails, e me comi pelos
olhos. Meu pau subiu so dela me olhar. Coisa que não
tem como explicar. Acontece. Após esse olhar, não consegui
mais trabalhar direito, pois ficava imaginando como
faria para chegar nela, de uma vez por todas, pois
somos casados e passaria alguns momentos, chegariam colegas
de serviços. Bom, então, no dia seguinte, eu estava no
micro, como de costume, lendo e-mails, e quando
percebi que ela vinha chegando perto de mim, resolvi entrar em
um site de filmes eróticos, para deixar ela ver. Ela
me disse: - Vendo filmes eróticos heim? Eu disse: -
Claro. Para relaxar. Não gosta? Disse ela: Gosto! Pois é. E
aquilo foi a gota dágua. E ela com aquele olhar de
sacaninha, que tb eu não deixo por menos, pois adoro
sacanagem e bem feito, com carinho e muito tesão,
modestia à parte, me considero gostoso na cama. Ela
havia acabado de limpar e foi para a cozinha, onde
imediatamente fui tomar café, mas pensando o que faria
naquele momentos, tendo em vista que ja estava
molhadinho, impressionante como do nada acontece as
coisas não? Então cheguei e ela continuou me comendo
com os olhos. Então peguei nas mãos dela e balançando, com
ar de sacanagem, direcionei minha mão em sua xaninha,
e ela me comendo com os olhos, rosçei minha mão na xana
dela e ela não acreditou. Suspirou. Nesse dia, ficou
nisso. Perguntei a ela, que hora que ela chegava ao
serviço. Então ela disse que 05:30 da manhã. No dia
seguinte, cheguei tb nesse horário, pois ela estaria
sozinha no setor. QUando cheguei, chamei-a para ir ao
banheiro, e demos um beijinho daqueles molhadinhos, de
tesão repetino, parecia que estávamos soltando algo
que estava preso na gente. Aquele sentimento de traição,
dos dois lados. Humm.... Então ficamos sarrando e beijando
muito. No dia seguinte se repetiu tudo, então coloquei
o pau para fora, que já estava como um ferro, ((tenho um
pau de 18cm por 5 de diâmetro)) grande e grosso, e
muito gostoso, pelo que ja me disseram, e ela pegava e
masturbava, enquando eu enfiava a mão por dentro de
sua roupa, indo direto na grutinha, que ja estava tb
lubrificada. Enfiei meu dedinho no clitores dela e ela
gemia, e a cada gemido, eu ficava mais louco ainda de
tesão. Adoro ouvir gemidos nesse momento. Então pedi a
ela que colocasse na boca. Ela então, sentou-se no
vaso, e começou a passar a língua, nosssaaaa.. Como eu
delirava de prazer, vendo ela me chupar bem gostoso e
lentamente, e tudo isso dentro do banheiro, esquecendo
que estava no trabalho e corríamos risco imenso. Mas
me dava um tesão danado e ela chupou, me apertava as
coxas, passava a lingua no meu saco, e dizia não ter feito
aquilo com nenhum homem, a não ser o marido dela.
Então disse que eu era todinho dela, que ela poderia ficar
tranquila, pois não falaria para ninguém. E ela
chupava lentamente, aumentava a velocidade, fazia como uma
cadelinha formada na melhor faculdade de putaria do
mundo. E acabei gozando na boca dela. Então foi minha
vez. Fui descendo a saia dela, com a calcinha, e a
buceta dela ja estava melando e cheirando muita
sacanagem, pedi a ela para ficar de pé, sentei no vaso
e ela colocou uma perna aberta diante de minha boca, e
passei a linguinha lentamente, em sua total extensão.
Ela hurrou, como uma leoa. E então, fui lambendo, e
enfiando minha linguinha durinha e afiada no clitores
dela e movimentando para cima e para baixo, nessa
altura ela jorrava porra em minha lingua e eu querendo mais,
enquando enfiava o dedinho no cuzinho dela. Ela gemia
como nunca, e aquilo me deixava mais louco ainda, pois
nessa hora me entrego completamente ao sexo. Depois de
tudo isso, coloquei ela de 4, e fui colocando
lentamente na xaninha dela, que me cacete duro entrou facilmente,
e fui empurrando lentamente, ela delirava, jorrava porra
de tanto que gozava, enquando um dedinho entrava no
cuzinho dela e minha boca mordiscava o ouvido dela, e
dizia para ela: - Nossa. Como vc é gostosa, ela se
arrepiava toda, ouvindo isso. Como foi gostoso. Depois
desse dia, fizemos mais algumas vezes, sempre às
pressas, mas valeu. Se vc gostou, me escreva. Beijos.
lrpeg@bol.com.br
enviada por Carteiro do Fórum
08/06/2004 18:08
TRAI MEU MARIDO COM DOIS
By: SCHEILA
Caros leitores, primeiro vou me apresentar, sou uma mulher de 28 anos, morena 1,75m 65kg, me considero bonita e atraente, sempre recebo inúmeras cantadas no dia-a-dia, sou casada há 7 anos e tenho um filho de 5 anos. A historia que passo a narrar agora é verídica e aconteceu em Setembro de 2000, meu marido sempre foi um bom pai de família e atencioso, mas não me realiza por inteira na cama. Meu marido é funcionário de uma empresa exportadora de moveis, e precisou viajar, ficaria fora por uns cinco dias, no Sábado deixei meu filho na casa de minha mãe e sai para ir ao mercado fazer compras, após retornar para meu apartamento com as compras encontro meu vizinho (Sandro) com um amigo (Carlos) na garagem do prédio, Sandro veio até mim e ofereceu ajuda com os pacotes como tinha bastante pacotes aceitei , então subimos os três, no apartamento mandei eles deixarem os pacotes na cozinha, e começamos a conversar na sala, os dois não tiravam os olhos de mim, eu estava nervosa com aquilo, mas no fundo estava gostando de ser comida pêlos olhos daqueles dois, eu estava com uma saia preta bem justa ao corpo, por baixo uma cinta-liga preta, sempre gosto de me vestir sexy, Carlos começou a me elogiar, dizia que eu era muito bonita, fiquei constrangida, Sandro falou que eu tinha um bumbum maravilhoso, agradeci o elogio, foi o bastante para ele avançar e começar a passar a mão em minha bunda, fiquei paralisada e assustada Carlos tirou seu pau para fora e me ofereceu para chupar, por um instante fiquei imóvel, pensando no que estava fazendo, (já havia traído meu marido com um homem , mas não com dois homens), mas Carlos forçou minha cabeça contra seu pau, não tive outra saída não ser devorar aquele pau com a minha boca, fiquei de joelhos e comecei a chupar ora um ora outro, quando fiquei novamente de pé comecei a tocar uma punheta para Carlos e o Sandro chegou por trás de mim e ergueu minha saia, eu estava de cinta-liga preta com a calcinha enterrada (costumo me vestir sempre assim, provocante) e Sandro falou: - hoje eu como essa bunda gostosa. Me arrepiei por inteira ao ouvir aquilo. Carlos Sentou no sofá e mandou eu ficar de quatro e chupar seu cacete, Sandro arredou a calcinha pró lado e meteu seu pau inteiro na minha xoxota. Os dois começaram a me foder gostoso e não paravam de falar: - sua puta, cadela, tá gostando, teu maridão não te come assim, sua puta. Escutar aquilo me deixava louca, eu chupava e rebolava sem parar, os dois trocavam de posições direto, ora Sandro me comia ora o Carlos. Eu já havia gozado duas vezes, quando o Sandro falou: - chegou a hora sua puta, fica de quatro e arregaça essa bunda que eu vou meter no seu Cu. Obedeci ele e fiquei de quatro, ele começou a estocar aquele cacete em meu cuzinho (dei poucas vezes ele, pois meu marido nunca se interessou por ele), e eu a berrar como uma cadela no cio, ele ia colocando devagar e a cada estocada eu berrava de dor e de prazer. Quando Sandro colocou seu pau por inteiro começou um vai-e-vem, ficou ali uns 10 minutos, o suficiente para eu gozar novamente. Sandro deitou no tapete e mandou eu subir e cavalgar em cima dele, ato que fiz de imediato, e comecei a cavalgar com a pau dele interrado na minha boceta, quando Carlos se ajeitou e começou a cutucar a entrada do meu cuzinho, olhei para ele e sorri Dois de uma vez só. Um no Cu outro na boceta é muito gostoso, os dois enfiavam e tiravam seus paus de meus buracos e eu ia ao delírio,...Toda mulher deveria experimentar dois machões de um só vez, pois é muito bom... Os dois trocaram de lugares e começamos novamente, os dois metiam seus paus até o fundo, e eu berrava, Carlos me xingava de Puta, Piranha, perguntava se eu tava gostado, eu dizia que estava adorando................gozei, e gozei com aquilo.... Para terminar fiquei sentada no chão com a cabeça apoiada no sofá, e os dois começara a tocar punheta em cima de mim até gozarem no meu rosto, primeiro a gozar foi o Sandro, mal terminei de engolir sua porra quente Carlos já estava inundando meu rostinho novamente. Foi muita porra no meu rosto, nos levantamos e se limpamos, conversamos mais um pouco e os dois foram embora. Esse menage foi e será inesquecível.. Passado algum tempo voltamos a transar novamente num motel, mas essa é outra historia
enviada por Carteiro do Fórum
24/03/2004 18:11
A GAROTA DO BAR
Tudo começou numa cidade do interior de Minas, eu tinha 23 anos. Um belo dia estava sentado em um barzinho depois do futebol tomando uma cervejinha com os amigos do futebol. Papo vai papo vem quando olho para o interior do bar percebo uma morena, bonita e bastante gostosa e estava acompanhada de um cara. Trocamos olhares e ao beijar o cara a garota abre os olhos e olha direto para mim... neste momento fiquei louco.
Fui embora e passou um longo período sem que a visse novamente. Um dia um amigo que tínhamos em comum me chamou num canto e disse que tinha uma garota querendo me conhecer... sabe claro que já me disponibilizei e prontifiquei sem saber quem era, procurei saber mas o máximo que ele disse foi que a gata tinha 30 anos, separada do marido a 07 anos e louca por sexo... Cara neste momento já fiquei com um baita tesão. Marcamos então um local para que meu amigo nos apresentasse.. Chegando lá qual a minha surpresa ... era a garota do bar... Garota não vamos respeitar.
Estava linda, usando uma saia tipo secretaria com um top que deixava seus seios a mostra... fiquei louco de tesão. Chamei a garota para sairmos dali e irmos para um lugar mais discreto entramos no FORD KA que tinha e fomos para um lugar onde os casais vão quando estão duro e não aguentam pagar Motel. Naquele dia tentei de todas as formas tirar uma com aquela gata mas o máximo que eu consegui foi tirar um sarrinho com ela... ele dizia que dentro do carro não era lugar... Insisti ... insisti até que ela disse.: - Vou dar uma chupadinha bem gostosa para vc não me esquecer e o fez... somente me lembro de ter melado o volante, o painel tudo que estivesse a minha frente. Fomos embora e ao sairmos combinamos de nos encontrar em BELO HORIZONTE onde moramos.
Fiquei louco e torcendo para que o telefone tocasse me chamando.... Não deu outra, estava dentro da sala de aula na faculdade e meu telefone toca era ela... Nem pensei duas vezes... peguei meu material e cai fora. Passei numa farmácia e comprei 03 pacotes de camisinha, passei em um supermercado e comprei um vinho chileno delicioso. Fui depressa para sua casa, chegando lá fui apresentado para seus amigos que já entenderam a situação e logo caíram fora.
Ficamos sozinhos e nisso meu pau já estava em brasas... e por incrível que pareça ela não demorou muito tempo para me atacar.... nos atracamos ali mesmo na sala e fomos nos arrastando para o quarto... chegando lá comecei a despir aquela Deusa que vestia até aquele momento um vestido folgadinho que o único trabalho que tive foi tirar as alças e ele cair... Que visão.....
Comecei a morder seus seios pequenos e durinhos .... chupar seus mamilos duros de tesão... comecei a descer... mordendo sua barriga... passeando a minhas mãos pelo seu corpo. Nisso ela segurava minha cabeça com força me chamando de seu macho... cheguei até sua calcinha comecei a abaixa-la com as mãos enquanto usava a língua para chegar até onde ela queria.. na sua bucetinha. A esta altura já bastante molhada... deitei-a na cama ela subiu os joelhos e abriu toda aquela gruta para mim... lógico cai de língua na sua buceta, ela gemia, gritava, chorava, até que gozou e muito.
Depois disso me disse.: agora é minha vez. Nos levantamos ela começou a me beijar passando a mão pelo meu peito minhas costas, minha nuca enquanto a outra estava no meu cacete ainda dentro da calça mas ela brincava com ele. Quando penso que não começou a abaixar mordendo minha barriga, foi descendo, desabotoando minha calça... meu pau já estava em destaque por debaixo da cueca estava feito porrete, a putinha! o apertou olhou para mim com aquela cara de vadia e disse agora vc vai ver.... começou a chupa-lo e que chupada, a morder a cabeça... levantava mordia o tronco, chupava as bolas... e eu quase morrendo... ela só pedia para que se fosse gozar que não fosse na sua boca (coitada não sabia o que a esperava). Chupou até a hora que quis...
Depois de muito tempo a levantei coloquei a sobre a mesa e comecei um papai mamãe mesmo colocando a cabeça bem devagarinho para sentir aquela mulher por inteiro,,, ela gemia feito louca... me arranhava gritava.... pediu então para que a comesse de quatro.. seu pedido era uma ordem... e lá fomos... ficou de quatro virava e olhava para mim com uma cara de puta, vagabunda (alias adoro mulheres assim)... pediu para massagear sua bundinha... claro o fiz.... a cada estocada que dava ficava louca a garota.... era cada vez mais forte... pedi para meter na posição frango-assado para que ela pudesse ver o meu pau entrando ela ficou louca... comecei a meter forte! e cada vez mais forte... e meu gozo ia chegando e a esta altura ela já tinha gozada inúmeras vezes... não aguentava mais tirei meu pau da buceta dela e percebi que a camisinha tinha estourado mas não importei ela disse que tomava remédio e que não precisava me preocupar... meu gozo ia chegando ela começou a bater um punheta para me ver gozando fui chegando perto da cara dela e disse que gozaria nos peitos dela... segurei um pouco o gozo e pedi para que ela chupasse ... ela me fez prometer que não gozaria na cara dela ... prometi mas não cumpri... gozei e olha ela bem que gostou...
Ps.: depois desta foda ela levantou tomou uma pílula com vinho ficou louco, mas é assim que vc toma? ela disse que sim. Depois dessa transa tivemos mais algumas até que nos separamos. Outro dia a vi passeando com uma criança no colo e logo perguntei, será?
Resido em BH, sou louco por sexo e adoro mulheres que também são. Sou Administrador de Empresas Moreno 26 anos 1,80m 90KG bem distribuídos. Gostaria de novas aventuras como esta fico aguardando alguma mulher de BH ou interior GOVERNADOR VALADARES, IPATINGA E BELHO HORIZONTE
enviada por Carteiro do Fórum
12/03/2004 16:39
A chefe da minha mãe
Aquela era uma 6a-feira perdida. Minha mãe me havia me obrigado a ficar em casa para ajuda-la numa recepção que ela estava oferecendo a alguns clientes da empresa onde ela era gerente comercial. Esse não era o primeiro jantar a que ela me submetia a esse tipo de tortura, pelo contrario, eu já conhecia a maioria daqueles velhos bebedores de wyske que vinham falar de negócios, mas acabavam passando a noite comentando sobre as secretarias e as amantes. Mas como seria impossível escapar da tal recepção acabei me rendendo. Eram mais ou menos dez da noite e praticamente todos os convidados já tinham chegado, porem minha mãe continuava ansiosa, pois a nova diretora da empresa ainda não havia chegado. Automaticamente a tal nova diretora ganhou minha antipatia, afinal alem de ser uma das responsáveis por eu estar ali perdendo a minha noite a mulher ainda se dava ao luxo de ser atrasar, e quando mais ela demorasse para chegar mais aquilo demoraria para terminar. Por volta, de dez e meia a tal nova diretora chegou. Era uma mulher belíssima! Chamava-se Vânia, tinha por volta dos 45 anos – Tinha cerca de 1.70m de altura, cabelos negros pouco a baixo dos ombros, olhos verdes que pareciam duas esmeraldas encrustadas numa estatua – Um corpo escultural, tinha seios fartos mas de uma firmeza que fazia com ela dispensasse o uso de sutiã, uma bundinha arrebitadinha e redondinha que se encaixavam perfeitamente em um par de coxas grossas... Todo esse corpo serpenteava dentro de um vestido azul marinho colado ao ser corpo. Mas o que mais me excitava era um misto de jovialidade e experiência que ela transparecia ao menor gesto. Minha mãe a recebeu e foi logo levando ela para conhecer os velhos que eram os prováveis clientes da empresa que elas tinham interesse de conquistar. Os queixos dos velhos caíram ao ver aquela mulher linda, eles que já estavam empolgados com os decotes da minha mãe e de mais umas três mulheres que estavam na festa, não acreditavam no que estavam vendo. Menos de 15 minutos de conversa e elas já tinham praticamente fechado os negócios de interesse da empresa... Minha mãe me disse depois da festa que não imaginava que seria tão fácil encaminhar as coisas. Algumas doses depois os velhos já não falavam mais de negócios, e minha mãe teve a chance de me apresentar Vânia. Eu admito que fiquei encantado, alem da beleza e do corpo deslumbrante, Vânia tinha um aroma delicioso e uma conversa muito agradável. E para minha alegre surpresa me confessou que também detestava aquele tipo de festinha, mas que era obrigada pela profissão. Também se disse surpresa de minha mãe já ter um filho homem ( Minha mãe tinha 39 anos, mas me teve aos 16 ). Eu notei que ela estava preferindo conversar comigo que com os velhos, fiquei em duvida se era pelos velhos serem chatos demais ou por eu ser interessante ( Sou moreno, tenho 1.92 – 90 quilos, cabelos e olhos castanhos – e muito bom de conversa ), mas aos poucos fui notando que ela tinha gostado de mim, pois conversa e sempre dava um jeitinho de me tocar nos braços, pernas ou peito. Fiquei excitado de imediato! Foi então que um dos velhos, cheio de más intenções, resolveu colocar um cd para tocar e tirou minha mãe para dançar. Eu não deixei passar a chance, imediatamente puxei Vânia para o meio da sala e ficamos dançando bem devagarzinho por alguns minutos. O seu cheiro, a maciez de sua pele, o leve arfar de sua respiração no meu ouvido e aquele corpo divino encostado ao meu... Foi uma sensação maravilhosa... E eu tive uma ereção incontrolável! Tentei me afastar, fiquei sem jeito, não sabia o que fazer... Foi então que Vânia, sussurrou no meu ouvido: “Não se preocupe, relaxe e continue aqui...” Aquele foi o sinal verde que eu procurava desde que Vânia apareceu na minha frente. Ficamos ali nos esfregando por mais 2 musicas. Demos passadas de mãos disfarçadas um no outro sem ninguém visse. E ao final da terceira musica fomos para a cozinha. Na cozinha beijei Vânia enlouquecidamente, ela respondeu aos meu beijos e como a cozinha estava deserta passei a mão pelo corpo dela com uma atenção especial aos seios, eram grandes, rijos e os mamilos estavam duros feito pedra... arrisquei a sorte e abri o zipper da minha calça, deixando meu pau para fora. Vânia começou a me masturbar e em poucos segundos ela tinha mão um pau de 22 cm X 8 cm. Vânia se ajoelhou e começou a fazer uma gulosa ali mesmo... Eu já estava delirando com a aquela mulher linda cheia de estilo e experiência me chupando na minha cozinha... Mas de repente ouvimos um barulho, eu me sentei a mesa rapidamente para esconder o pau duro que estava para fora das calças. Era minha mãe com o velho que estava dando em cima dela, vieram buscar um vinho, trocaram duas palavras e saíram sem notar nada. Agarrei Vânia e pedi que ela recomeçasse, mas ela disse que era muito perigoso e que ali não daria para continuar. Então propus que fossemos para meu quarto, no inicio ela hesitou, mas acabou aceitando já que não precisávamos passar pela sala para chegar ao meu quarto. Entramos no quarto, Vânia meu beijava desesperadamente, chupava meu pescoço, apertava meu pau por cima das calças... Ela arrancou minha camisa e mordeu meu peito. Baixei minhas calças e cueca, ficando nu com o pau duro feito ferro. Vânia se ajoelhou e começou a chupar, nunca me fizeram um boquete tão gostoso quando aquele. Quando estava a ponto de gozar fiz ela parar, tirei o vestido dela e fiquei chupando aqueles seios maravilhosos... Lambi, chupei, mordisquei, enchi a boca com a carne macia daqueles peitos... Fui descendo pelo corpo dela, chupando ela todinha... Deitei-a em minha cama e me acomodei entre suas pernas... Lambi suas coxas e sua virilha, ate chegar na sua bucetinha, era depiladinha, com um filetinho de pelos na testa da bucetinha. Dei um banho de língua demorado, chupei aquele grelinho feito um cão no cio... Chupava o grelo enquanto massageava a entrada da bucetinha com um dedo... Castiguei seu grelinho ate que senti o gostinho do seu gozo em minha boca! Vânia abafava os gemidos, era delicioso!! Mandei ela ficar de 4, ela obedeceu, mas pediu um travesseiro para abafar sua boca e pediu que eu fosse bem devagarzinho, pois ela era muito sensível e barulhenta, mas não podia fazer barulho senão todos na sala saberiam o que estava acontecendo. E consenti, ela arrebitou a bundinha para mim, fiquei passando o meu pau no rego dela, só provocando, encostei a cabeça do pau na entrada da grutinha dela e comecei a penetra-la... Vânia enfiou a cabeça no travesseiro para que ninguém escutasse seus gemidos e gritinhos... Fui penetrando bem devagarzinho enquando ela ia rebolando para entrar mais gostoso... Enfiei o pau ate sentir a pressão do útero, então comecei a fazer os movimentos de entra e sai... no começo lentamente, mas aos pouco fui aumentando o ritmo, ate que estivesse bombando com um boa velocidade... Vânia mordia o travesseiro e abafava o gritinhos de dor e prazer... Comi aquela bucetinha como poucas, dei o trato que ela merecia... Segurando na cintura e nos ombros eu bombei gostoso durante uns 20 minutos... Quando eu estava a ponto de gozar de gozar eu tirei a bucetinha e direcionei nas costas dela... Foram varias esguichadas de porra nas costas dela, depois ela chupou meu pau engolindo a porra que ainda havia nele... Ficamos abraçados no meu quarto por mais uns 10 minutos, eu queria continuar, mas disse que iriam dar falta dela. Nos vestimos novamente e Vânia desceu primeiro – justificou a demora dizendo que não se sentia e estava com problemas estomacais. Quando desci só minha mãe perguntou onde eu estava, respondi dizendo que estava no meu quarto, pois não estava agüentando aquela chatice. Logo em seguida Vânia inventou um desculpa e foi embora. Nos encontramos outras vezes depois disso, mas ai eu deixo para relatar o que aconteceu entre eu e a chefe da minha mãe numa outra oportunidade.
Mande um e-mail pra gente cartasdoforum@ig.com.br
enviada por Carteiro do Fórum
03/03/2004 21:32
A CUNHADINHA >
Há uns meses atrás minha cunhadinha, que chamarei de Bia, completou 18 anos. No sábado seguinte ao seu aniversário ela queria ir a uma festa na casa de alguns colegas, porém a festa deveria ir até tarde e seus pais não queriam que ela dormisse na casa de uma amiga. Por coincidência, eu estava passando férias com minha mulher e minha filha na casa do meu sogro, pois mudara-me da cidade havia algum tempo, e Bia me pediu então que eu e minha mulher fossemos com ela para a festa, para que pudéssemos trazê-la de volta no final. Como não tinha nada melhor para fazer, aceitei, mas minha mulher não quis ir. Para satisfazer a irmã, ela insistiu que eu acompanhasse Bia à festa e se eu não quisesse ficar, eu iria mais tarde buscá-la. Meio sem jeito, acabei concordando. Preparei-me para a festa e saímos por volta das 8 da noite. No caminho da festa ela reclamava da falta de liberdade. Chegamos a festa e eu entrei com ela. Naturalmente, senti-me totalmente deslocado, pois não conhecia ninguém e a idade das outras pessoas me deixavam totalmente por fora das conversas, pois os assuntos giravam em torno de escola, namorados, e coisas do gênero. Para não ficar "ancorando" minha cunhada, dei uma disfarçada e fui para o carro dormir. Mas nem bem havia me acomodado, Bia apareceu. Fiquei sem graça, pois não queria que ela percebesse e se sentisse mal por eu estar ali apenas por causa dela, no entanto ela chegou no carro, sentou-se no carona e começou a conversar, me dizendo que a festa não estava nada daquilo que ela esperava, e perguntou se eu não me incomodava da gente ir a algum outro lugar, pois era tão difícil ela sair que ela não queria voltar tão cedo para casa. Fiquei com dó, e tive então uma idéia. Liguei para a casa dos pais dela e menti para minha esposa que a Bia estava adorando a festa e que eu iria ficar até que ela quisesse ir embora e que ela tranqüilizasse meus sogros. Depois disto, voltei para o carro e disse para Bia : - Vou lhe dar um presente de aniversário. Agora você tem 8 horas de liberdade somente suas para você fazer apenas o que você quiser. Ninguém vai saber de mim o que acontecer nestas horas e eu serei seu motorista particular. Onde você gostaria de ir primeiro ? Bia pensou um pouco e pediu para irmos a uma danceteria. Chegamos a danceteria e dançamos por umas duas horas. Como um passarinho que ganhou a liberdade, ela não sabia o que fazer com ela. Queria ir a todos os lugares ao mesmo tempo, assim, fomos em seguida para uma lanchonete, um barzinho, e outros "points" da garotada que ela só conhecia de nome. Por volta da meia noite eu já estava arrependido do presente que eu havia dado, mas não tinha mais jeito de voltar atrás. Estávamos de novo no carro e perguntei resignado : - Para onde agora ? Realmente eu nunca imaginaria a resposta que ouvi: - Sabe, Nando, não me leve a mal, mas eu tenho uma curiosidade imensa de conhecer um motel, saber como é por dentro. Minhas amigas descrevem os que conheceram e eu fico só imaginando. Eu nunca poderia pedir a um namorado ou colega para me mostrar um, porque eles iriam pensar que eu quero outras coisas, e eu tenho apenas curiosidade de saber como é. Eu tenho muita amizade com você, e já que você me deu este presente, será que você me levaria para conhecer um ? Fiquei assustado, mas pensei comigo mesmo, que mal há nisso ? Perguntei se havia um em especial que ela gostaria de conhecer e ela disse que não. Como se tratava de um presente, toquei então para um dos motéis que eu conhecia e sabia ser um dos melhores da cidade. Chegamos na portaria do motel e só então lembrei-me de perguntar se ela havia trazido seus documentos. Felizmente sim. Entreguei nossos documentos na portaria e fomos para uma das suítes melhores, com piscina aquecida, hidromassagem, sauna, etc. Parei o carro na garagem e notei que ela observava tudo com a curiosidade de uma criança. Fechei a porta da garagem, indiquei a escada que subia para a suíte e disse : - Suba e fique o quanto você quiser. Eu fico te esperando aqui para não deixar você acanhada. Ela então me disse que não ficaria acanhada comigo e me pediu que eu subisse com ela, pois ela não conhecia nada e gostaria que eu mostrasse para ela. Subimos então para a suíte. Ao abrir a porta, ela soltou um "oh" ao ver o luxo da sala de jantar junto a porta. Entramos e ela viu a piscina.Eu mostrei para ela os controles onde ligava a cascata e abria o teto solar. Ela estava cada vez mais curiosa. Ela começou a andar pela suíte, experimentando cada botão que encontrava. Ela viu a hidro e perguntou como funcionava. Mostrei os botões e os frascos de banho de espuma e ela perguntou inocentemente se podia ligar. Respondi que sim e abri os registros para encher a banheira. Quando a banheira encheu, coloquei os banhos de espuma e liguei a bomba. Logo a banheira estava coberta de espuma. Ela então me disse que gostaria de entrar na banheira. Disse a ela que ficasse a vontade, que eu ficaria no quarto esperando. Saí do banheiro e fui para a beira da piscina. Tirei os sapatos, sentei-me na beirada e fiquei com os pés dentro da água. Neste momento, olhei para o lado e descobri que havia um vidro entre o banheiro e a piscina e quando olhava para ele, Bia apareceu do outro lado, totalmente nua, e entrou na banheira. Antes que ela percebesse, saí de onde estava e voltei para o quarto. Inevitavelmente, aquela visão me deixou excitado. Bia já era uma mulher feita, com os seios durinhos, pernas roliças, uma xoxota peluda e a bundinha com a marquinha do biquíni. Para apagar o meu fogo, tirei minha roupa e corri para a piscina, mergulhando de uma só vez. Nem pensei no vidro entre a piscina e o banheiro, que neste momento havia sido descoberto pela Bia, que me viu passar pelado em direção a piscina. Fiquei dentro da água esperando o fogo apagar mas a água fria não era o bastante para tirar da minha cabeça aquela rápida cena da minha cunhadinha nua. Fiquei mergulhando de um lado para o outro da piscina tentando esquecer aquilo, quando ouvi o barulho de alguém pulando na água. Imaginem meu susto ao voltar a tona e dar de cara com Bia nua dentro da água também. Fiquei parado de frente para ela, a poucos centimetros. Olhamo-nos nos olhos e nem trocamos palavras. Abracei-a e a beijei longamente, ao que fui correspondido. Durante o beijo, minhas mãos deslizaram pelas suas costas e alcançaram a bundinha que acariciei delicadamente. Nossos corpos ficaram colados e ela podia sentir minha vara durinha contra sua barriga. Não resistindo, desci minha boca pelo seu pescoço e alcancei o bico durinho de um seio que comecei a lamber e chupar com cuidado. Ela suspirava de um tesão que nunca havia sentido antes. Eu resolvi então dar-lhe um orgasmo completo e mergulhando na água, fui lambendo seu corpo até chegar na xoxotinha. Percebi que ela tremia e que meu folego não seria suficiente para fazê-la gozar ali. Voltei até a sua boca e beijei-a novamente. Peguei a sua mão e puxei-a delicadamente para fora da piscina. Sem trocarmos qualquer palavra, fomos para o quarto e deitamos na cama lado a lado. Virei-me para ela e beijei-a novamente, enquanto minha mão massageava um seio. Desci lentamente minha mão para a xoxota e minha boca tomou seu lugar no seio. Bia arfava sem dizer nenhuma palavra. Fui então virando o corpo na cama e descendo com minha boca até chegar na sua xoxota que passei a lamber do grelinho até a grutinha. Ela tremia com a aproximação do orgasmo. Neste momento senti sua mão segurando minha vara e tentando me masturbar, e eu percebi que mesmo nisso ela não tinha nenhuma experiência, provavelmente aprendera a teoria com as amigas. Sem parar de lambê-la, segurei a mão dela e ajudei-a a pegar o jeito da coisa. Comecei então a dar estocadas com a língua na grutinha. Ela me puxou pelo pescoço para cima dela e minha vara, como que atraída, encaixou-se bem na porta da grutinha. Ela me beijou e sussurrou : - Eu quero. Naquela situação, não pensei em nada, comecei a empurrar a vara, pressionando a entrada da grutinha, que apesar de completamente molhada, ainda era virgem, o que tornava quase impossível a penetração. Continuei pressionando sem forçar e senti então a cabeça começando a entrar. Ela gemia e tive medo de machucá-la. Puxei um dos travesseiros e pus embaixo da bundinha dela. Com isto, a vara começou a escorregar lentamente para dentro e senti quando o hímen se rompeu. Neste momento ela já não gemia mais e voltou a tremer de tesão. Aos poucos, a vara entrou toda e senti meu saco batendo no cuzinho dela. Comecei então um vaivém curto e lento para não machucá-la e ela me pediu quase gozando : - Mais rápido. Aumentei o ritmo das bombadas e ela finalmente gozou enquanto eu tirava o pinto para fora e gozava abundantemente sobre seu umbigo. Ela ainda suspirava quando saí de cima dela e deitei-me ao seu lado. Após alguns minutos, ela deitou meio sobre mim e me beijou. Disse que não havia planejado aquilo e que não esperava que isto pudesse acontecer, mas que não estava arrependida. Fomos para o chuveiro e tomamos um banho. Enquanto estávamos ensaboando um ao outro, minha vara acordou novamente e ela brincou : - Ele fica sempre assim ? - Ela saiu do chuveiro para pegar o xampu e notei como a bundinha dela era certinha, redondinha. Quando ela voltou, pedi para ela ficar de quatro ali no chuveiro. Como ela continuasse excitada, ela concordou e abaixou, de costas para mim. Passei o sabonete na cabecinha da vara e encostei no cuzinho dela, esperando alguma reação em contrário, que não aconteceu. Animado, empurrei a cabecinha que arrancou-lhe um gemido quando entrou. Pensei em tirar, mas ela cortou-me dizendo : - Quero que você goze dentro de mim. Continuei então empurrando lentamente, até que consegui colocar tudo. Não foram precisas muitas bombadas para que eu gozasse dentro daquele cuzinho apertadinho. Acabamos então o nosso banho e fomos para o quarto nos vestir, pois já eram quase 5 da manhã. Antes porém de eu me vestir ela veio até mim e sem eu esperar disse : - Já que começamos, eu quero experimentar tudo. e abocanhou meu pinto meio mole. Apesar de sua inexperiência ela conseguiu me excitar novamente e antes que eu gozasse, pedi : - Deixe eu pôr mais um pouquinho na sua xoxota. Ela concordou e eu coloquei-a de quatro (minha posição preferida) e encaixando na grutinha, coloquei a cabecinha para em seguida tirar e gozar pela última vez em cima do seu cuzinho. Nos lavamos novamente, nos vestimos e saímos do motel. No caminho de casa, combinamos uma estória comum sobre a festa e como eu adormecera no carro. Chegamos em casa como dois amigos e assim vem sendo desde então. Nunca mais tocamos no assunto e continuamos como cunhados sem nenhuma culpa ou remorso.
enviada por Carteiro do Fórum
05/02/2004 22:16
Atenção!!!
Estou à procura de pessoas que tenham blogs de contos eróticos, sacanagem, sexo, fotos amadoras, etc. para troca de links.
Meu e-mail é cartasdoforum@ig.com.br
enviada por Carteiro do Fórum
05/02/2004 22:10
5 Machos e um jegue
Meu nome é Carlos, sou casado há 9 anos e sempre traí minha esposa com outras mulheres, mas sempre fiz isso com muita cautela. Um dia, minha esposa ficou sabendo, não sei como, de uma amante que eu tinha. Neguei até onde deu, mas Carla não acreditou e disse ter ficado muito triste comigo e que estava pensando em se separar. Eu pedi perdão, disse que nunca mais iria acontecer e na verdade eu estava sendo sincero, pois quando vi seu rosto de tristeza me arrependi profundamente. Carla é uma mulher linda, loira de olhos azuis, cabelos cortados na altura dos ombros, magra, mas muito gostosa, com a bundinha redonda e os peitinhos do tamanho exato, apontando para cima, apesar dos seus 31 anos de idade. Ou seja, não sei por que comecei a traí-la, afinal jamais conheci mulher igual a ela. Agora vou contar o que aconteceu quando fomos passar uns dias em um sítio do patrão dela, em que estavam alguns casais e muitos rapazes e moças que trabalhavam com ela. Iríamos passar 4 dias no sítio, aproveitando um feriado prolongado. Ao final do primeiro dia, ficamos sabendo que além de nós, mais 5 rapazes iriam ficar no sítio, Geraldo, Otávio, Celso, Henrique e Pablo, todos trabalhavam na empresa dela. Eu fiquei apreensivo, pois ela seria a única mulher no meio de 6 homens contando comigo, mas depois me acalmei, já que os rapazes eram muito educados e respeitadores. No primeiro dia, começou com um café da manhã na piscina, quando minha esposa e eu descemos, eles já estavam de sunga, nadando e jogando bola na água, tomamos café e fomos nos trocar para nadar. Eu desci de bermuda e camiseta, afinal eu estava resfriado e não poderia nadar, Carla estava com um biquíni pequeno mas não escandaloso e se deitou no sol, enquanto eu lia o jornal. Os rapazes lançavam olhares gulosos em cima da bunda dela e cochichavam entre si, deviam estar dizendo o quanto ela é gostosa e outras coisas, mas eu nem liguei, afinal ela não estava dando bola para eles. Pouco tempo depois eles conversavam sobre trabalho, os colegas, etc. e a minha esposa se levantou e começou a conversar com eles sentada na beira da piscina, eles se chegaram perto dela e eu pude vê-los olhando para o meio de suas pernas, a conversa se estendeu até a hora do almoço. Às 3 horas todos voltaram para a piscina e eles convidaram Carla para jogar bola. Foi aí que eu notei que de vez em quando eles encochavam nela e passavam as mãos em seu corpo, e ela não reclamava, fingia não estar acontecendo nada. Depois da janta, fomos para o quarto e eu comecei a repreendê-la, dizendo que ela não estava se portando como uma mulher casada, ela logo me interrompeu dizendo que eu não era homem de dar lição de moral para ela e que não tinha direito de dar ordens à ela. Na hora eu fiquei nervoso e dei um tapa na cara dela, ela começou a chorar e eu corri me desculpando, mas ela se virou e dormiu. Na manhã seguinte eu acordei e não a vi na cama. Quando desci, ela já estava nadando com os rapazes, eu me sentei na beira da piscina para participar do papo. Ela começou a perguntar sobre as namoradas dos rapazes e aos poucos o assunto foi esquentando, dando liberdade para eles falarem sobre sexo como se estivessem sozinhos. Eu olhei para ela querendo interromper, mas ela veio até mim e cochichou em meu ouvido para eu ficar quieto se não ela iria se separar de mim, pois já estava muito magoada com a noite passada. Os rapazes não perderam a deixa e disseram que eu era um sortudo por ter me casado com uma mulher gostosa como a Carla. Eu sorri e confirmei, mas ela disse que não era tão gostosa assim, que achava ser muito magra e branquela. Os rapazes se alteraram dizendo que ela era muito modesta, dizendo que a bunda dela era linda e que ela devia ser muito boa de cama. Eu ia reagir, mas ela me lançou um olhar de "fica na sua ou já era", que eu gelei. Então ela começou a dizer que eles é que eram muito bonitos e gostosos e que adoraria vê-los nus. O Celso disse que então todos deveriam ficar pelados o resto do dia e em seguida retirou sua sunga, sendo copiado depois pelos outros quatro. Para meu espanto, minha esposa se livrou do biquíni e jogou-o para mim segurar, eu fiquei sem saber o que fazer, mas não tirei a roupa, fui para a varanda fingir ler o jornal e fiquei de olho na conversa. Ouvi ela falando que estava com calor, apesar de estar em baixo d"água e que eles deveriam estar com os pintos duros. O Geraldo perguntou se eu não iria ficar bravo e ela disse que não, que ela sempre faz o que quer e que eu não ligo, afinal eu tinha muitas amantes. Continuei vigiando até que ela propôs um banho de sol e todos saíram da piscina. Primeiro ela, que mostrou a bunda e a buceta loirinha ao sair, seguida dos rapazes. O último a sair foi o Geraldo, que revelou uma pica enorme, espantando a Carla, que disse não acreditar no que via, parecia um jumento. Ela gritou para mim buscar uma fita métrica no carro, o que eu fiz sem tirar os olhos da cena, entreguei-lhe a fita e ela mediu: 26,3 cms! Ela ria como se fosse criança, os outros diziam que o Geraldo era conhecido como jeguinho na empresa e que achavam que ela não agüentaria uma pica daquelas. Ela disse que hoje eles iriam ver do que ela era capaz e olhando para mim começou a punhetar e chupar o que conseguia daquele cacete. Depois disse para mim: "Fica pra trás que agora você vai me ver fodendo com eles, e se quiser pode ir batendo punheta, pois nesses 3 dias você não vai fazer mais nada". Eu me afastei e fiquei assistindo, os 5, todos com o pinto maior do que o meu ofereceram para ela aquelas toras que ela não desperdiçou, chupou um por um, dando atenção especial para o Geraldo. O primeiro a meter foi o Celso, seguido pelo Otávio, Pablo, Henrique e por último o Geraldo, que arregaçou a bucetinha dela, fazendo-a soltar gritos de dor e prazer, mas sem perder o ritmo, socava rapidamente em sua xoxota. Ela perguntou quem iria comer o cuzinho dela primeiro. Eu fiquei atônito! Ela nunca tinha deixado eu comer o seu cuzinho e agora... "Vamos sortear, falem um número, aquele que falar o que eu estiver pensando ganha", eles falaram os números e gritando ela disse que o vencedor era o Geraldo (sorte dele). Ele se chegou, colocou-a de quatro, cuspiu na entrada e forçou a cabeça. Aos gritos e urros de dor de Carla, suas preguinhas foram cedendo e o monstrengo invadiu seu cuzinho imaculado e sem dó nem piedade ele foi socando aquela tora preta, fazendo-a suar de tanto levar pica. Depois de todos comerem o seu cu arrombado, ela se ajoelhou e disse, com uma cara de biscate bem vulgar, que chegara a hora de eles gozarem e que queria tudo na cara, eles gozaram um por um, o último foi o Geraldo que despejou muita porra, cobrindo por completo sua cara. Ela disse que agora iria descansar e me puxou para o quarto com a cara suja de porra e ainda me ordenou que fosse para a cidade buscar a câmara de vídeo, pois queria que eu gravasse as cenas de sexo que se repetiriam nesses dias.
enviada por Carteiro do Fórum
04/02/2004 21:25
Nota 10 pra nossa titia!
enviada por Carteiro do Fórum
20/01/2004 02:31
Melhor chupada da minha vida - Inesquecível
Já relatei 2 vezes fatos que aconteceram comigo! Fatos verdadeiros, e hoje volto para relatar mais 1!! Este aconteceu já tem 2 anos e uns 3 meses mais ou menos! Foi em fevereiro, eu o conheci pela internet, num chat e depois começamos a nos falar pelo ICQ, eu tinha 16 anos na época e ele 37 anos! Ele era de outra cidade e por isso era difícil para nos encontrar, mas o tesão tomou conta logo no início que começamos a nos comunicar! Num sábado, ele teria que ir a uma cidade vizinha a minha,
para uma festa, e então combinamos de nos encontrarmos, e assim
foi... marcamos um local, um horário... eu estava esperando, e meu
corpo tremia inteiro, minhas mãos suavam, eu estava realmente muito nervosa, e quando vejo o carro dele aparece, na hora eu quase viro de costas e vou embora, mas o tesão que percorria meu corpo não deixou,e eu fui em direção ao carro. Abri a porta, e entrei! Ele falou Oi,me deu um beijo no rosto nos abraçamos e fomos... Levei ele para um lugar alto da cidade onde você pode ver tudo, mas ele queria algo mais reservado e logo soltou - Onde tem um motel? - eu fiquei pasma, e falei que não, que não iríamos a um motel, mas ele me disse que não precisaríamos fazer nada, apenas ir, conversar, até que aceitei, e lhe mostrei o caminho para um! Chegando lá, eu desci do carro, e passei na frente dele, e antes de entrarmos no quarto, ele me deu um tapa na bunda... Entramos e eu sentei na cama, ele sentou ao meu lado, e já veio para cima de mim beijando minha boca, era incrível como ele beijava, de uma forma feroz, enfiava a língua dele na minha boca, chupava a minha, uma delícia!!! Ficamos nos beijando por um tempo, sentadinhos um ao lado do outro, até que ele se levantou e tirou a calça, eu ingênua falei - Por que tirou? - e ele respondeu - Porque está me apertando - ehehehhe... Ok!! Eu levantei e fiquei de costas para ele, ele veio por trás me abraços me encaixando nele, e enfiou uma mão dentro da minha calça, tocando minha xaninha por cima da calcinha, meu corpo ficou mole, e eu comecei a gemer baixinho,
enquanto ele massageava minha xaninha. Então ele me levou até a cama, me colocou sentada, tirou minha sandália, bem delicado, e me deitou na cama, e veio por cima de mim, me beijando a boca deliciosamente, e eu sentindo o peso do seu corpo sobre o meu, logo ele começou abrir minha calça e a tirou junto com a calcinha, me deixando apenas de blusa (estava sem sutian) ele empurrou minha blusa para cima, e mamou gostoso em meus peitos, que na época eram pequenos, hoje já são maiores, mamou gostoso, e foi descendo com a língua pela minha barriga, até chegar na minha xaninha, foi a segunda chupada que eu ganhei na minha vida, e foi inesquecível, jamais vou esquecer daquela língua safada que ele tem passando pela minha xaninha, ora com força ora devagar, eu gozei muito naquele dia, foi mais de 1 h ele me chupando sem parar, eu gozei muito, até que tive o primeiro orgasmo da minha vida com um dedinho dele enfiado na minha xaninha e a língua no meu grelinho, que delícia, minhas pernas tremiam, eu gemia, e puxava a cabeça dele cada vez mais para junto de mim, meu corpo inteiro começou a tremer, não parava de gozar e de tremer... foi delicioso! Logo ele subiu, chupou novamente meus peitos, e me deu um beijo delicioso na boca em que pude pela primeira vez sentir meu gostinho, ele se deitou, e eu fui em cima dele, beijei seu pescoço,beijei sua boca, tirei sua camisa, e beijei seu peito inteiro, com mordidinhas leves, chupadinhas, cheguei em seu pau, e o apertei sobre a cueca, logo ele cresceu na minha mão, e que pau, era enorme e grosso, eu estava louca para tirar aquela cueca, e tirei, vi um pau lindo como nunca tinah visto antes e até hoje não vi um pau tão lindo
quanto aquele, era grande, grosso, e a cabeça era grande vermelha, e estava toda melada, eu passei minha mão nele, e fiquei encarando de boca aberta, apavorada com a beleza do pau dele!! Fiquei sentada na sua frente e ele o masturbou um pouquinho, me fazendo babar por aquele pau (hoje me arrependo de ser tão ingênua naquela época e não ter caído de boca naquele caralho) ficamos um tempo nos olhando, até que nos beijamos novamente, e resolvemos ir embora! Foi uma tarde maravilhosa, foi tudo maravilhoso!! Uns 4 meses depois disso, conseguimos nos encontrar novamente numa boate em minha cidade, onde tinha uma festa, fiquei o tempo todo ao lado dele, conversando, e como a música era alta, sempre tínhamos que falar no ouvido um do outro, até aí tudo bem, não podíamos ficar lá dentro porque (não vem ao caso o porque, não podíamos) Foi então que ele começou a me provocar, quando vinha falar comigo no meu ouvido, ele enfiava a língua na minha orelha, e dava um beijo e me deixava doidinha, eu ía falar com ele, e fazia o mesmo, numa dessas \"conversas\" (a gente nem tinha o que falar, só fazia de conta, na frente de nossos amigos, que estávamos conversando, mas o que rolava era a língua mesmo) ele virou um pouco meu rosto e passou a língua bem na minah boca, no cantinho, aquilo me deixou maluquinha, e falei para ele que tínhamos que sair dali. Então fomos no camarote, onde ninguém poderia nos ver, entramos lá e sentamos nos sofazinhos, conversamos muito, muito mesmo, sobre diversos assuntos, ele ficou de frente para mim e me deu
um beijo na boca, eu o empurrei e disse que não podia, então ele
perguntou porque não podia e eu disse que era por ele, ele olhou bem nos meus olhos e falou - Eu sei o que eu estou fazendo! - e voltou a me beijar, foi um beijo muito gostoso mas um beijo breve! Logo chegou um monte de amigos e tivemos que cortar nosso lance, e ficamos dançando com os outros! Na hora de ir embora, ele disse que era para eu ligar no hotel onde ele estava para conversarmos um pouco, ele não sabia o telefone do hotel, me deu o nome e o número do quarto, e mandou eu me virar, mas que eu tinha que ligar para ele! Cheguei em casa, peguei o Guia telefônico, e achei o número do hotel, liguei e ele ainda não estava no quarto! Esperei uns 30 min e liguei novamente então ele atendeu, com uma voz gostosa, isso era umas 6 da manhã e ficamos conversando até umas 7 h, conversamos muito, até coisas picantes, maravilhoso! Hoje não tenho mais contato direto com ele, nos falamos as vezes pelo ICQ, e ele diz que está doido para me encontrar novamente, assim que tivermos uma oportunidade vamos nos encontrar, sem falta! Eu também sou louca para ve-lo novamente e \"pagar\" o que ele me fez sentir, quero muito chupar aquele pau delicioso que ele tem!!!
enviada por Carteiro do Fórum
16/12/2003 16:35
Maravilhosa!!!
Mande seus contos e fotos para cartasdoforum@ig.com.br

enviada por Carteiro do Fórum
12/12/2003 15:09
Minha primeira transa com mulher (les)
Olá, um certo dia estava com meu namorado no telefone como sempre tivemos mais uma discussão, quando minha amiga apareceu e me disse que eu não iria pra casa pois estava muito nervosa, me levou para sua casa. Até aí tudo bem, às vezes era acostumada a dormir em sua casa, como ela estava se preparando para casar no seu quarto tinha uma cama de casal e ela disse que dormiríamos juntas e eu iria experimentar sua cama antes mesmo do seu marido, nunca havia prestado atenção nela com interesse sexual mas confesso que vendo-a trocar de roupa na minha frente fiquei meio arrepiada, deitamos e eu comecei a chorar , ela me abraçou e disse para eu me acalmar... ela começou a passar a mão pelos meus cabelos, estava tão bom, quando derrepente senti seus lábios de encontro aos meus, então eu correspondi senti tanto tesão naquele momento, então não me contive e comecei passar a mão em seus seios e descer com a boca até eles e chupá 8211;los com todo ardor, quando fiz isso ela ficou tão louca que não se conteve e abriu minhas calças e se sentou encima de mim e começou a esfregar sua bucetinha na minha me deixando maluca a ponto de me enlouquecer de tanto desejo. Tirou minha roupa acariciou meu corpo e começou a passar aquela boca maravilhosa no meu pescoço, descendo até os meus seios chupando-os e engolindo-os, depois desceu para minha barriga e por fim devorou a minha buceta com tanta volúpia que eu me arrepiava toda, ela me chupava com a força de uma profissional, passava a língua no meu clitóris e enfiava na minha buceta, com as mãos apertava meu bumbum, contudo desejava que ela me comesse cada vez mais e ela entendeu meu desejo e cada minuto q passava ela me chupava com mais garra...me chamava de gostosa, de safada, fazia eu gemer e eu não aguentei e acabei gozando em sua boca. Ela fez como nunca tinham feito antes, eu com as pernas abertas vendo uma mulher(muito bonita e bem feminina) entre elas era tão maravilhoso que gozei como um estrondo (nunca consegui gozar na boca de ninguém e mesmo hoje em dia ainda não consigo foi minha primeira e única vez), então quando ela viu que gozei, veio pra cima de mim, me abraçou e disse: - Não acredito, chupei uma mulher e a fiz gozar, tinha tanto medo de não conseguir satisfazer vc. E com um olhar apaixonado me abraçou e dormimos assim. Confesso que não acreditei que eu era a primeira, pois ela fazia tudo muito bem, mas depois me conformei e foi a aí que começou minha primeira transa com uma mulher.. a única com que me interessa... Como nos meus contos anteriores, eu sou bem safada, adoro homens, mas devo dizer que ter transado com uma mulher me deixou completamente alucinada e mais safadinha do que sou... beijos pra vocês e breve breve lhes estarei enviando um novo conto.
enviada por Carteiro do Fórum
09/12/2003 14:26
Despedida de Solteira
Mande fotos e contos para cartasdoforum@ig.com.br
enviada por Carteiro do Fórum
08/12/2003 17:43
AS AMARRAS DO DESEJO
Autor Desconhecido
Andréa se dirigia para o apartamento de Filipe cheia de curiosidade. O namorado lhe telefonara de tarde com a voz cheia de malícia, convidando-a para um jantar íntimo naquela noite. Sua intuição feminina lhe dizia que haveria algo de diferente, mas ele não dera nenhuma mostra do que consistia a "surpresa". Tudo o que ele dissera era que queria estrear sua nova cama, com grades na cabeceira. Nenhuma outra pista foi fornecida Imaginando o que seria, ela contava as minutos que restavam para o expediente se encerrar. Assim que o relógio marcou o horário de saída, atirou os papéis de sua mesa para dentro de uma gaveta e saiu apressada. O horário combinado com Filipe lhe permitia ir até em casa, tomar um banho e se arrumar. "Vou ficar deslumbrante" - pensou ao ligar o carro- "Quero ver aquele sacana babando de desejo" No caminho até a sua casa, desrespeitou dezenas de regras de trânsito Ao abrir a porta da sala, Filipe teve que se conter para não avançar sobre Andréa e comê-la ali mesmo. Ela estava realmente deslumbrante. O tubinho negro realçava-lhe as formas do corpo e deixava à mostra as generosas e bem torneadas pernas, que Filipe já sabia serem macias, deliciosas de serem acariciadas. Sentiu o seu membro ganhar vida entre as pernas - Olá, meu amor - conseguiu dizer, antes de puxá-la para si e dar-lhe um beijo Pelo beijo se via a ansiedade dos dois amantes. Suas línguas se encontraram pela primeira vez naquela noite. Filipe acariciava as costas de Andréa, descendo lentamente até encontrar a bundinha dela e trazê-la para mais junto de si. Ela suspirou ao sentir o contato do membro duro em seu ventre. Ambos estavam loucos de desejo Conseguiram se separar - O jantar... - ela disse, enquanto Filipe lhe explorava a orelha com a língua, deixando-a arrepiada - Dane-se o jantar - ele respondeu, antes de unir sua boca à dela novamente Por incrível que pareça, o beijo desta vez foi mais profundo, as línguas se digladiando, enquanto Filipe sentia as curvas de Andréa por sobre o tubinho preto. Ela, por sua vez, colocou a sua mão moleca para acariciar o membro duro por sobre a calça, fazendo com que Filipe suspirasse e sentisse a sua razão se perdendo no desejo Com um pontapé, fechou a porta da sala com violência, e novamente a beijou. Desta vez foi um beijo mais curto, pois Andréa se descolou e, pegando a sua mão, começou a guiá-lo para o quarto, como se o apartamento fosse o dela. Ao vê-la de costas, Filipe não resistiu à visão de suas ancas e abraçou, encostando o membro duro no bundinha dela e acariciou-lhe os seios por trás, fazendo com que ela vacilasse em suas intenções e gemesse, tonta de tesão. Quando ele, continuando a acariciar-lhe, mordeu-lhe a nuca sensualmente, ela literalmente gritou - Ai, pare, Filipe, assim você me deixa louca... - gemeu Como uma pluma, ele pegou Andréa no colo e levou-a para o seu quarto. Se ela soubesse o quanto ele queria deixá-la louca.. Deitou-a delicadamente no colchão e a beijou. Suas mãos exploravam os seios macios e excitados, o polegar girando o biquinho do seio de maneira firme e delicada Quando os dedos começaram a girar o biquinho entre eles, em uma doce brincadeira, Andréa gemeu novamente, sufocada de desejo As mãos habilidosas dele abaixaram as alças do tubinho, deixando à mostra os seios macios. Com um grunhido de satisfação, ele avistou os bicos rosados e colou a boca em um deles, enquanto que uma das mãos continuava o trabalho exploratório no outro De olhos fechados, tonta de prazer, Andréa sentia o calor aumentando entre as pernas. Sua xoxotinha parecia de dissolver de tanto tesão Disfarçadamente, sem largar o seio que explorava com tanta paixão, Filipe colocou os braços da amante para cima. Procurou-lhe a boca, enquanto que com uma das mãos abria a gaveta de cabeceira lentamente, e puxou algo para fora Andréa ouviu um barulho seco, como de algo se encaixando. Logo depois ouviu o mesmo barulho e abriu os olhos. Filipe a olhava com um olhar sacana. Tentou mover os braços, mas não conseguiu. Foi então que percebeu as algemas em seus pulsos, prendendo-a à grade na cama - Filipe, seu maluco! Que idéia é essa? - exclamou, a surpresa estampada nos olhos - Hmm... digamos que eu quero torturar você de uma maneira deliciosa. - ele sorriu Andréa tentou soltar os pulsos, mas não conseguia. As algemas estavam ajustadas para mantê-la presa, mesmo que não machucassem o seu pulso. Estava à mercê de Filipe. Um misto de ansiedade e medo tomaram conta de si - O que... O que você pretende fazer? - perguntou, mal contendo a expectativa na voz - Calma. Nós temos a noite toda pela frente... - ele limitou-se a responder Virando-se, Filipe pegou duas cordas de seda, na mesma gaveta onde se encontravam as algemas. Delicadamente, começou a amarrar a amante pelos tornozelos nas grades da cama. Feito isso, Andréa estava completamente presa na cama, e as amarras em seus tornozelos a deixavam com as pernas abertas, vulnerável aos caprichos do amante Andréa suspirou. Sentia-se completamente indefesa, e uma excitação diferente tomava conta de seus sentidos Filipe pegou um vidro de óleo de bebê e derramou um pouco no corpo da amante, no vale entre os seios, no ventre, na altura das coxas carnudas... Ela estremeceu ao sentir o contato do óleo na pele, uma carícia úmida que se prolongava nos filetes abusados que se espalhavam por seu corpo. Filipe então espargiu um pouco de óleo nas próprias mãos, e como um artesão, começou a moldar a forma do desejo no corpo de Andréa Ah, a delícia do contato das mãos escorregadias na pele! Com os dedos, espalhou o óleo uniformemente pelo corpo de Andréa, umedecendo a pele e tornando-a mais sensível aos seus toques. Começou então o trabalho de exploração. Suas palmas escorregaram pelo colo dela, e cada mão se incumbiu de um seio... Primeiro, tomando-os por inteiro em cada mão espalmada, depois apertando-os, sentindo a sua maciez e textura... As mãos espalmadas atingiram os bicos, encaixando com perfeição os montes macios de carne. Ela gemeu, o tesão crescendo, o corpo querendo se mexer e participar da dança do desejo, mas impotente devido às amarras Ele então cuidou com mais carinho dos mamilos... Com a ponta dos dedos, girou-os delicadamente, sentindo-os escorregar por causa óleo. Os bicos macios eram um convite irresistível, que ele prontamente atendeu. Abaixou a cabeça e deu um delicado beijo, um em cada seio. Depois, com a ponta da língua, iniciou um baile com um dos mamilos, enquanto que com o polegar continuava a acariciar o outro peitinho. Colou os lábios no seio e finalmente sugou-o para si, sentindo o corpo da amante estremecer sob si - Filipe, pare, você está me enlouquecendo... - conseguiu implorar Andréa, com os olhos fechados Ele apenas sorriu, e se afastou para que as mãos continuassem a se deliciar com as formas da companheira. Deslizou uma delas pelo ventre de Andréa, enquanto outra continuava a acariciar-lhe os deliciosos peitinhos. Logo a mão mais aventureira se encontrava nas coxas carnudas dela, a pele se arrepiando com o contato... A outra mão achou que estava em desvantagem e logo fazia companhia à irmã na doce tarefa de explorar-lhe as pernas Nas coxas, Filipe apertou a carne com volúpia. Depois a massageou com movimentos circulares, lenta mas firmemente, provando a firmeza dos músculos Abusado, invadiu a área interna das coxas, diminuindo a pressão na área sensível, deixando que os polegares a visitassem sem reservas, passeando até o limite da doce bucetinha de Andréa. Ela suspirou. Sua xotinha clamava por atenção e carícias. Ela se sentia molhada, o grelinho prestes a explodir, mas Filipe simplesmente ignorava sua área de prazer, mais ocupado em transformar-lhe todo o corpo em fonte de prazer para si e para ela. Filipe novamente abaixou a cabeça, desta vez para massagear as generosas coxas com os lábios. Pacientemente, deu inúmeros beijinhos na carne oleosa e perfumada, sentindo-lhe o gosto e usufruindo o prazer de ter aquele corpo feminino à sua mercê Andréa soltava gemidos e frases desconexas, o corpo queria se mover, mas estava prisioneira, e essa sensação apenas aumentava o próprio tesão. Os gemidos aumentavam à medida que os lábios do amante se aproximavam de sua xotinha ansiosa.. - Ah, querido, por favor, me chupe... - implorou Andréa Mas Filipe não tinha pressa. E estava mesmo disposto a torturar sua parceira com o próprio desejo. Sentiu o calor e o perfume que emanava da bucetinha da parceira Com a ponta dos dedos oleosos, passeou pela doce abertura da parceira, fazendo-a estremecer fortemente, seu corpo como que ganhando vida própria. No grelinho, colocou a ponta do dedo médio e começou a friccioná-lo, ao mesmo tempo em seus lábios sentiam o gosto dos sucos de Andréa, ao depositar um longo e carinhoso beijo no sexo carnudo. Ela gritou e curvou o corpo, como que querendo que o amante intensificasse as carícias A boca de Filipe trocou de posição com os dedos. Logo era a ponta da língua de Filipe que acaricia o grelinho de Andréa, enquanto o dedo médio se introduzia na doce grutinha e explorava os seus segredos mais íntimos. Agora Andréa literalmente gritava, e gemia, e seu corpo se contorcia de maneira frenética. Mas, antes que ela pudesse ter um dos orgasmos mais fortes sua vida, ele simplesmente parou. Ela suspirou: - Filipe, por favor, não faça isso comigo.. Sua resposta foi um beijo na bucetinha ardente que a fez ter um novo assomo de gozo. Mas ele tinha outras idéias. Com o membro duro e pulsante, começou uma nova forma de massagem... Com a macia ponta da casseta, esfregava na entrada da grutinha, sentindo-a escorregar pela pele macia. Andréa, de olhos fechados, mordia os lábios para não gritar - Vamos, minha putinha, quero você implorando para eu meta em você! - Oh, Filipe, por favor! Quero senti-lo todo dentro de mim, me rasgando! Ele não tardou a obedecer - até mesmo porque não estava mais agüentando o próprio desejo. Com uma precisa e firme estocada, penetrou em Andréa, fazendo que ela gritasse em um orgasmo imediato e tencionasse as amarras que a prendiam ao máximo. Ao sentir-se todo dentro dela, ele parou, buscando acalmar a própria respiração e gozando do prazer da sensação das contrações do corpo da amante. Ao sentir que seu controle voltara, iniciou sua caminhada ao clímax, em um vai-e-vem que arrancou mais gritos de Andréa e foi nublando-lhe os sentidos, até que o orgasmo veio, forte, arrebatador, que lhe levou a apertar fortemente contra si o corpo da amante Ela, por sua vez, quase marcou os pulsos nas algemas que a prendiam Respirações acalmadas, corpos abraçados, algemas e fitas abandonadas no chão e a garrafa de vinho do esquecido jantar sendo sorvida no gargalo, os cúmplices descansavam - Espero que tenha gostado da surpresa - disse Filipe, com um sorriso nos lábios - Ótima... - limitou-se a dizer Andréa, aconchegando-se ao peito do parceiro e arranhando-lhe de leve as costas com as unhas Filipe acordou com uma sensação de cansaço, de doce cansaço. Logo teriam que levantar para ir trabalhar, mas queria sentir mais um pouco o corpo da parceira contra o seu. De olhos fechados, tentou virar o corpo, mas não conseguiu. Surpreso, abriu os olhos e fez nova tentativa, sem sucesso. Seus braços estavam presos acima da cabeça, algemados na grade, assim como suas pernas, atadas nas grades da parte inferior da cama. Ao seu lado, com uma camiseta que mal lhe escondiam as formas generosas do corpo, Andréa falava ao telefone - Sim, é a namorada dele... É, ele está muito doente, e não vai poder ir hoje.. Mais tarde, se ele conseguir falar, eu peço para ele telefonar para o senhor... Claro, obrigada... Até logo - Com quem estava falando? - perguntou Filipe - Com seu chefe. Disse-lhe que estava muito doente e não poderia ir trabalhar hoje. Como você não é de faltar, ele nem suspeitou de nada - Mas.. - Já falei com minha Chefe. Disse que teria que faltar para cuidar de negócios particulares... - sorriu, sacana - bem particulares.. - O que pretende? - Ora, meu amor, apenas uma surpresinha. Quero fazer o mesmo papel que você fez comigo ontem à noite... - dizendo isso, começou a espalhar óleo de bebê na pele do amante, fazendo-o estremecer e sentir uma pulsação no membro adormecido - Hmm, acho que vai ser bem divertido... - respondeu Filipe, sorrindo - Sim, mas eu sou criativa... pensei em incrementar um pouco as coisas.. - Como assim? Ela não respondeu. Limitou-se a sorrir e a pegar um lenço na gaveta, com o qual vendou os olhos do amante - Você vai apenas sentir, Filipe... Apenas sentir... E o que eu quiser, quando quiser - Oh, meu Deus... - gemeu Filipe, imaginando as doces torturas pelas quais iria passar naquele dia
enviada por Carteiro do Fórum
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